Por Paulo Monteiro Júnior

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sábado, 29 de junho de 2019

Detentos da Penitenciária de Caruaru iniciam trabalhos para reformar equipamentos do HRA

Resultado de imagem para presídio de Caruaru
Foto disponível no blog Portal do detalhe
Detentos da Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru, Agreste pernambucano, vão reformar equipamentos e mobiliários do Hospital Regional do Agreste (HRA). A iniciativa é da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e Executiva de Ressocialização (Seres).
Os trabalhos já foram iniciados e são acompanhados por agentes penitenciários. Durante os próximos três meses, serão restaurados e recuperados mais de 200 itens, como macas, cadeiras giratórias, camas e mobiliários.
Além de devolver os equipamentos restaurados ao hospital, a ação vista oferecer ocupação aos reeducandos.
Por: Helevinaldo Pereira
Fonte: Rádio Liberdade

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Parlamentares de Pernambuco discutem soluções para cenário de violência nas escolas

Audência pública na ALEPE. Foto: Roberta Guimarães disponível no portal da ALEPE.

Mais da metade das crianças e adolescentes de 67 escolas brasileiras sentem-se inseguras no local em que estudam. Esse é um dos resultados da pesquisa apresentada pela organização não governamental (ONG) Visão Mundial em audiência pública realizada na manhã desta quarta (19), na Alepe, sobre a violência no ambiente escolar. Promovido pela Comissão de Educação e pela Frente Parlamentar em Defesa da Primeira Infância, o evento contou com a presença de deputados, gestores públicos e especialistas do terceiro setor.
O levantamento, realizado em 2018, mostra dados do Recife e de outras seis cidades do País. A sensação de insegurança é maior entre crianças e jovens com deficiência, negros e do sexo feminino. Dos entrevistados, 84% afirmaram ter presenciado brigas entre alunos no colégio. Cerca de um terço deles relata sofrer ameaça, abuso físico ou xingamento na escola e têm aulas canceladas em razão de tiroteio ou confusão no entorno de onde estudam.
A coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa da Primeira Infância, deputada Simone Santana (PSB), destacou que debater o tema é importante para aprimorar as políticas públicas voltadas ao ambiente escolar. “A violência nas escolas depende de múltiplos fatores, desde a convivência familiar, o caminho até o colégio e estigmas sociais”, observou a parlamentar.
Karina Lira, assessora nacional de proteção à infância da ONG Visão Mundial, propõe que as soluções devem partir de uma ampla articulação. “A escola precisa responder juntamente a uma rede de proteção composta por assistência social, apoio socioeducativo, saúde, conselho tutelar e a própria Justiça. Essas instituições podem fazer o trabalho de pensar aquele território, com ações de prevenção e também de identificação e suporte às crianças que já são vítimas da violência identificadas no âmbito escolar”, acredita.
Nesse sentido, o deputado Delegado Erick Lessa (PP), enfatizou que uma das principais medidas para a redução da violência nas escolas deve ser o fortalecimento dos conselhos escolares. Já Romário Dias (PSD), que preside a Comissão de Educação, acredita que os parlamentares, por meio do colegiado, devem procurar caminhos para enfrentar o problema. “Pretendemos providenciar, em agosto, uma nova reunião com a presença de representantes do Ministério da Educação porque acreditamos que o MEC não está entendendo ainda as necessidades do País”, informou.
Também participaram do encontro Dulcicleide Amorim (PT), Juntas (PSOL), Professor Paulo Dutra (PSB), Sivaldo Albino (PSB), Teresa Leitão (PT) e William Brigido (PRB).
Plenário – À tarde, Simone Santana repercutiu a audiência pública em discurso na Reunião Plenária. Além da representatividade da reunião, ela destacou os relatos feitos por crianças e adolescentes sobre bullying, homofobia e discriminação racial. A deputada sugeriu que o Projeto de Lei n° 126/2019, de autoria dela, para obrigar serviços de saúde a notificar casos de violência autoprovocada, poderia ser ampliado para as escolas.
“Estamos inseridos até as raízes em uma cultura de ódio e violência, que não vai ser resolvida com mais ódio e violência, muito menos com armas. Somente a construção em rede de uma cultura de paz vai criar as condições necessárias para que esses jovens se desenvolvam no máximo de seu potencial, sem o flagelo de que são vítimas hoje”, afirmou a socialista.
Fonte: Portal ALEPE


sábado, 9 de julho de 2016

Polêmica na declaração do Presidente da CNI foi a inspiração para charge de Samuca para o Diário de Pernambuco deste sábado 09/07


Charge do Diário de Pernambuco 09/07, por Samuca


Em reunião do Presidente interino Michel Temer e empresários do país, o Presidente da CNI citou como exemplo a França que para garantir a competitividade de mercado, e consequentemente o aumento dos lucros, fez a defesa da necessidade do aumento da carga horária semanal dos trabalhadores, isso em  detrimento dos direitos trabalhistas.
A declaração provocou inúmeros comentários contrários a infeliz declaração dada pelo empresário Robson Braga, na opinião dele, o governo deve adotar medidas duras na área econômica. O mais interessante na declaração dada por este senhor, é que ele se posiciona contrário ao aumento da carga tributária, imposto, no país. Então as medidas duras na economia, o trabalhador brasileiro já deve saber quais são? Aumento da carga horária semanal, que ele já defendeu, redução de outros direitos trabalhistas, redução na política de valorização do salário mínimo, provocante o arrocho salarial.
A que tempos chegamos? Onde iremos parar? Isso tudo acontecendo no país da Ordem e Progresso. Ordem para os pobres e progresso para os ricos.


Por: Paulo Junior



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